2 de nov. de 2011

Facilitando a elaboraçao da conclusao da monografia


A conclusão é uma das partes mais importantes da monografia, enfim, de qualquer trabalho acadêmico. Ela mostra a síntese de todo o conteúdo pesquisado, as informações relevantes, os apontamentos essenciais e as diretrizes para futuras pesquisas sobre o mesmo tema, e/ou evoluções deste.
É uma das etapas, talvez, mais importante de um trabalho, portanto, não é diferente para a monografia.
A redação da conclusão deve ser direta, clara, relevante, empreendedora, pois deve representar o fechamento de um ciclo de estudo.
Para ter excelência, a conclusão de um trabalho acadêmico não se deve discorrer sobre tudo quanto foi examinado durante o processo de pesquisa, mas sim, focar exatamente na proposta, no tema eleito, de forma a apontar sua situação e os caminhos de resolução da problemática levantada e da hipótese construída.
Em termos práticos, o aluno deve considerar que um dos elementos relevantes na parte conclusiva do seu texto monográfico é a sua hipótese de pesquisa. Para isso ele precisa verificar sua introdução, onde estabeleceu sua hipótese de pesquisa.
Assim, enquanto você realizava sua pesquisa, suas hipóteses se mantiveram válidas ou caíram? Essa é uma informação muito interessante para que outras pessoas que estejam pesquisando sobre o mesmo tema, e por acaso usem sua monografia como fonte de pesquisa bibliográfica, possam aproveitar melhor o seu trabalho.
Não menos importante, deve-se manter na conclusão do trabalho um parágrafo sobre o objetivo geral e os objetivos especificos da pesquisa, propostos no anteprojeto e mantidas na introdução. Confira nessa paragrafo como tais objetivos foram alcançados durante a escrita do texto monográfico. A isto se chama descrição metodológica e é bastante enriquecedor para seu trabalho.
Mesmo que a priori pareça difícil, busque ressaltar a metodologia na conclusão de sua monografia. Na construção desses paragrafo, cabe destacar como foi o andamento metodológico durante a elaboração? Que tratamento foi dado aos seus dados coletados? Não se faz necessário descrever pormenorizadamente sua metodologia no tópico conclusivo, já que este é o papel da introdução. Deve-se sim fazer uma ligeira retomada, já apresentando alguns resultados, pois vai ser algo bastante construtivo.
Também na conclusão monográfica ou no encerramento é prudente e proveitoso destacar os elementos ou mesmo as variáveis mais expressivas que estão relacionadas ao tema de sua pesquisa.
Os elementos e variáveis mais expressivas foram destacadas em capitulo especifico, contudo é possível enriquecer a conclusão com tais informações, desde que estejam bem objetivas e apresentando o resultado da pesquisa.
Uma dica importante para compor a conclusão, decorre do fato de, em muitas situações, não ter-se realizado (por qualquer motivo) determinado experimento ou pesquisa, sendo que a mesma seria interessante ao trabalho, ou até mesmo, quando os resultados obtidos numa pesquisa, coleta de dados ou experimento não apresentarem-se com o resultado esperado. De posse de tal situação pode-se acrescentar tal fato como informação na conclusão de sua monografia.
Ao contrário do que você possa imaginar estes dados não desmerecem seu trabalho nem o conteúdo científico contido no mesmo. Tal clareza na conclusão demonstra sua boa vontade e seu conhecimento, afinal você teve o discernimento sobre a relevância e as dificuldades aparentes. Esse destaque aponta para o fato de que o trabalho, ao menos, buscou a devida profundidade acadêmica.
Outra dica importante é não esquecer que, devem-se destacar os chamados elementos conclusivos propriamente ditos, ou seja: os resultados alcançados.
Considerando os elementos conclusivos, deve-se abordar o mais importante de sua conclusão, e também o mais conhecido, sendo interessante nesta área apontar as surpresas e discutir sobre as inflexões ou consequências para o objeto da pesquisa.
Enriqueça seus comentários com um tratamento de texto elaborado, o que sem dúvida chamará a atenção de quem estiver lendo seu texto.
Será bastante enriquecedor apontar na conclusão os passos seguintes do tratamento do seu tema monográfico.
Aborde o que você faria se tivesse mais tempo ou condições para a pesquisa. Seria uma indicação de novas pesquisas e/ou trabalhos acadêmicos.
Pense sobre quais trabalhos poderiam ser interessantes para outras pessoas que fossem continuar seu trabalho, quais outros aspectos a considerar.
Isto também é válido na defesa e apresentação de sua monografia perante a banca, e demonstra um nível de desenvolvimento bastante interessante.
Não encerre a conclusão de sua pesquisa monográfica sem ao menos um parágrafo desta natureza.
Reforçando que o tamanho da conclusão não deve destoar do tamanho total da pesquisa, funcionando em proporção exata. Por exemplo, em um trabalho de 40 laudas, duas (2) laudas de conclusão serão o suficiente para salientar os apontamentos pertinentes.
Em outras palavras, contrariando o que muitos alunos pensam a conclusão de um texto monográfico não precisa ser longa.
Em síntese, uma boa conclusão deve assemelhar-se a uma chave de ouro na pesquisa acadêmica, explicitando sua profundidade, eficiência e contribuição no meio científico.




Prof. Idaildo Souza

31 de out. de 2011

O RESUMO NUMA MONOGRAFIA - Novas dicas!

Olá, para todos os visitantes,

Agora a deixadinha é sobre o resumo da monografia.

Primeiramento, ressaltamos e outras postagens que é praticamente impossível fazer o resumo de um livro sem concluir a leitura do mesmo.
Assim, ao fazer o resumo da monografia, pressopõe-se que o trabalho esteja concluido.
Bom, o resumo tem um carãter profundamente sintético.
Assim, o resumo de uma monografia não poderá jamais conter informações novas que não façam parte do trabalho realizado e esteja disposto no corpo do texto.
Evite citaçoes bibliográficas no resumo, afinal, ele é pessoal e está coligada ao esforço direto do autor do trabalho monográfico, salvo se tal trabalho for uma revisão bibliografica apoiada fortemente em um autor específico.
Outro detalhe que o aluno/escrito não poderá esquecer, é do tempo verbal. Assim, o tempo verbal utilizado para a escrita deve ser o pretérito perfeito do indicativo, afinal, você já concluiu o trabalho.
Apesar de diversas técnicas, o melhor na construçao do resumo é dispor as principais informações presentes na monografia, tais como: algo da introdução; da metodologia; dos resultados e da conclusão da pesquisa monográfica.
Cabe relembrar que um bom resumo monografico deve ter a capacidade de oferecer ao leitor condições de analisar o conteúdo da monografia sem a necessidade de leitura de todo o texto.
Ainda preocupado com o leitor, cabe ressaltar que este não deve ficar detido oras e oras no resumo, assim, um bom resumo deve ter no mínimo umas 150 palavras e no máximo 300 palavras, e não pode fugir, em hipótese alguma, do tema da pesquisa.
Outro detalhe, este comum entre os resumos, é que geralmente ele é preparado em um único parágrafo. Isto facilita a leitura do mesmo, sem riscos de se desviar do assunto.
Por fim, procure no seu resumo resgatar o objetivo geral e o objeto de pesquisa da monografia, assim como descrever brevemente a metodologia utilizada, apontar brevemente os resultados e enunciar a conclusão fundamental.
Interessante observar que, os resultados conclusivos, de uma forma geral, estão presentes em três momentos em uma monografia: no resumo, na introdução e na conclusão propriamente dita.



Agora, mãos a obra.


IDAILDO SOUZA







Atençao!

Aos alunos do PEBEC que estao cursando a disciplina de Economia Brasileira Contemporanea (I e, em breve, II), fiquem atento:



1) O PROFESSOR ESTARÁ ENVIANDO O RESUMO DO CONTEUDO QUE DEVE SER ABORDADO. O ALUNO NAO TEM QUE FAZER RESUMO, AO MENOS QUE O PROFESSOR SOLICITE. NA MEDIDA DO POSSIVEL O PROFESSORA FARÁ A INDICAÇAO DO CAPITULO DO LIVRO.


2) RECEBDNDO O RESUMO O ALUNO DEVE PROCURAR, NOS LIVROS, O ASSUNTO RELACIONADO E FAZER APENAS LEITURA COMPLEMENTAR.

A LEITURA É JUSTAMENTE PARA PROMOVER A AMPLIAÇAO DO CONHECIMENTO DO ALUNO. COM A AMPLIAÇAO, QUANDO FOR ENVIADA UMA ATIVIDADE O ALUNO TERÁ MENOR DIFICULDADE.

3) REFORÇANDO, O CURSO AINDA EM ANDAMENTO É O DE ECONOMIA BRASILEIRA CONTEMPORANEA 1. NAO INICIOU A DISPLINA DE ECON BRASILEIRA CONTEMPORANEA 2.


ABRAÇOS,


IDAILDO SOUZA

Atividade 1 do curso

Saudaçao,

Conforme planejado, foi enviando a atividade 1 do curso de Economia Brasileira Contemporanea I.

O prazo final para entrega  acaba no dia 02 de novembro de 2011.

Para quem tem acompanhado as postagens, segue o presente:

As respostas estao concentradas nos capitulos 5, 6 e 7 do livro - REGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria (orgs.). Economia Brasileira. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 

Isso nao quer dizer que nas demais bibliografia indicadas, o aluno nao obtenha as respostas.


IDAILDO SOUZA
ECONOMISTA 












27 de out. de 2011

Monografia e a Redaçao

Acredito que nunca seja demais fazer o reforço de alguns aspectos já destacados, contudo, imprescindiveis numa monografia, tal como é a redaçao.
Evite o uso excessivo de siglas e de abreviaturas no trabalho.
A concordância verbal e a correção gramatical devem ser analisadas exaustivamente.
O texto científico deve ser redigido de forma impessoal (observa-se, observou-se, observaram-se, observam-se, etc.) e nunca na terceira pessoal do plural (observamos, notamos, etc.)
Todas as figuras, fotos, tabelas e gráficos devem ser identificados com título, sua fonte e ano dos dados.
Caso tenham sido produzidas pelo autor ou seja construída a partir dos resultados da pesquisa, deve-se utilizar como fonte as expressões: calculos do autor, dados da pesquisa, arquivo pessoal, fotos da autora; etc.


IDAILDO SOUZA 

Curso 1

Considerando a lentidao na comunicaçao, estarei enviando alguns resumos basicos para faciliar o aprendizado.

Fazendo uso dos resumos o aluno buscará a leitura complementar, usando as bibliografias sugeridas.

Faremos, basicamente, duas atividades.

Na conclusao da primeira remessa de resumos, postarei a primeira atividade.


Abraços.

IDAILDO SOUZA















25 de out. de 2011

Resuminho da Economia Brasileira Contemporanea


ECONOMIA PRIMÁRIO EXPORTADORA (1500-1930)

Ø  CARACTERÍSTICAS:
Ø  *Monocultura.
Ø  *Latifúndio.
Ø  *Mão-de-obra escrava.
Ø  *Poder político nas mãos de oligarquias agrárias.
Ø  *Exportação de produtos primários


SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES (1930-1970)
Ø  *Crise de 1929
Ø  Década de 30 e 40
Ø  *Falta de produtos manufaturados
Ø  *Incentivos à produção de produtos de consumo leves.
Ø  *Fortalecimento da burguesia urbano industrial.
Ø  *Desenvolvimento induzido pelo Estado

DÉCADA DE 50 e 60
Ø  Indústria de bens de consumo duráveis
Ø  Exemplo: Industria automobilistica
Ø  Incerteza política (Golpe de 64)
Ø  Tripé: Estado, Capital Nacional e Capital Internacional
Ø  Milagre Brasileiro 1968 - 1973

DÉCADA DE 70
Ø  BENS DE CAPITAL
Ø  Crise do petróleo (1973 E 1979)
Ø  Crescimento do endividamento externo
Ø  *Divida externa 1965=3,5 Bi U$ em 1984=91 Bi

DÉCADA DE 80 (DÉCADA PERDIDA)
Ø  CRISE GERAL:
Ø  DÍVIDA EXTERNA
Ø  INFLAÇÃO
Ø  De 1980 a 1993= 50 bilhões %
Ø  DESEQUILÍBRIO CONTAS PÚBLICAS
Ø  REDEMOCRATIZAÇÃO (1985)

PLANOS ECONÔMICOS (COMBATE À INFLAÇÃO)
Ø  1986: CRUZADO
Ø  1987: BRESSER
Ø  1989: VERÃO
Ø  1990: COLLOR
Ø  1993: REAL

HOJE
Ø  ESTABILIDADE ECONÔMICA
Ø  SUPERÁVITS DAS CONTAS EXTERNAS
Ø  CRESCIMENTO DO PIB BAIXO
Ø  DILEMA:
Ø  ESTABILIDADE OU CRESCIMENTO

24 de out. de 2011

ECONOMIA BRASILEIRA CONTEMPORANEA I - PROGRAMA DE CURSO - RESUMO


UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS APLICADAS
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA


PROGRAMA DA DISCIPLINA
Economia Brasileira Contemporânea I
Curso de Economia
Carga Horária – 60 Horas
Professor: Msc. IDAILDO SOUZA DA SILVA

EMENTA
A crise de 1929 e as mudanças no padrão de acumulação; Plano de Metas e a industrialização pesada; A crise de 1962 a 1967.

OBJETIVOS
Proporcionar ao estudante conhecimento sobre o desenvolvimento da economia brasileira, bem como sua inserção na economia mundial capitalista, além de procurar destacar o caráter dependente das economias em desenvolvimento e subdesenvolvidas.

CONTEÚDO
Unidade I – A crise de 1929 e as mudanças no padrão de acumulação
·         Traços históricos fundamentais da economia brasileira
·         A grande depressão e os mecanismos de recuperação
·         A industrialização restringida
·         O processo de substituição de importações
·         Início da consolidação do mercado mundial

Unidade II – O plano de metas e a industrialização pesada
·         O plano de metas – objetivos e instrumentos
·         As transformações estruturais no período

Unidade III – A crise de 1962 a 1967
·         A desaceleração do crescimento
·         A aceleração inflacionária no início dos anos sessenta
·         As políticas de estabilização
·         As reformas institucionais
·         O agravamento da crise
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ABREU, Marcelo Paiva (org.). A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana (1889 – 1989). 25ª. Tir. Rio de Janeiro: Elsevier, 1990.

GREMAUD, Amaury P.; VANCONCELOS, Marco Antonio S. de; TONETO JR., Rudinei. Economia Brasileira Contemporânea. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.

REGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria (orgs.). Economia Brasileira. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006.

SOUZA, Nilson A. de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008.

Reofertando disciplinas no Programa de Economia.

Considerando a proximidade da conclusao do curso de Economia, estendido a 15 municipios do estado do Acre, reinia-se as reofertas de disciplinas para alunos que nao lograram exito no periodo normal da oferta.

Fico com a responsabilidade de ministrar as disciplinas: Economia Brasileira Contemporanea I e II para os alunos.

Será uma superaçao tal atividade, uma vez que nesse momento, dezenas de alunos buscam concluir o trabalho monográfico.

Vamos contar com a colaboraçao de todos os alunos, professores e equipe da coordenaçao, no sentido de subsidiar tal momento com informaçoes precisas e necessárias, afinal, a comunicaçao sempre foi uma dificuldade desde o inicio.




Abraços,


IDAILDO SOUZA DA SILVA

8 de out. de 2011

A redaçao monográfica.

Anteriormente já salientou-se sobre a importancia da leitura para a redaçao do trabalho monográfico., afinal, sem leitura, nao há interpretaçao e, portando, nao ha redaçao.
Naquela oportunidade, destacamos a importancia de se fazer um levantamento bibliográfico e selecionar as obras relevantes para ler.
Relembrando que deve-se antes da leitura, anotar os dados bibliográficos das fontes (de forma correta para cada tipo de material).
Durante a leitura, anotar as principais idéias do autor, assim como o número da página onde esta está descrita, a fim de fazer citações diretas com todas as informações completas.
Todas as fontes utilizadas para fazer o trabalho devem ser referenciadas, mesmo que não estejam citadas no corpo do texto.
Evitar o uso de textos não editados ou informações obtidas verbalmente. Seu conteúdo possui dados passíveis de não comprovação.
Prefira sempre a utilização de textos originais. Evite o uso excessivo das citações de citação (apud).
Evite o uso excessivo de notas de rodapé, pois, essas interrompem a seqüência lógica da leitura. Caso necessário, que sejam sucintas e curtas.
Evite utilizar siglas e abreviaturas, principalmente jargões específicos da área.
Caso necessário, as abreviaturas devem ser feitas por extenso na sua primeira ocorrência no texto. 
Deve-se elaborar lista de siglas e abreviaturas utilizadas em todo o trabalho.
Observar concordância verbal e a correção gramatical.
O texto científico deve ser redigido de forma impessoal (observa-se, observou-se, observaram-se, observam-se, etc.).
Todas as figuras, fotos, tabelas e gráficos devem ser identificados com título e a sua fonte. Caso tenham sido produzidas pelo autor ou seja construída a partir dos resultados da pesquisa, deve-se utilizar como fonte as expressões: dados da pesquisa, arquivo pessoal, fotos da autora; etc.

IDAILDO SOUZA