30 de abr de 2009

O Consagrado!!!

Ele não esquece!!!

Charge
Edvaldo Magalhães - 30 de abril de 2009

"gripe suina" resulta de transgenicos de empresa milionaria !!!


É a doença originada do agronegócio internacional. Eu sempre insisto aqui neste blog Diário Gauche que o nome que se dá a coisas, objetos, projetos, episódios e até a doenças é muito importante.Vejam o caso dessa epidemia mundial de gripe viral. Estão chamando-a – de forma imprópria – de gripe suína. Nada mais ideológico. Nada mais acobertador da verdade. O vírus dessa gripe se originou da combinação de múltiplos pedaços de ADN humanos, aviários e suínos. O resultado é um vírus oportunista que acomete animais imunodeprimidos, preferencialmente porcos criados comercialmente em situações inadequadas, não-naturais, intensivas, massivas, fruto de cruzamentos clonados e que se alimentam de rações de origem transgênica, vítimas de cargas extraordinárias de antibióticos, drogas do crescimento e bombas químicas visando a precocidade e o anabolismo animal.Especulações científicas indicam que o vírus dessa gripe teve origem nas Granjas Carroll, no Estado mexicano de Vera Cruz. A granja de suínos pertence ao poderoso grupo norte-americano Smithfield Foods, cuja sede mundial fica no Estado de Virgínia (EUA).A Smithfield Foods detém as marcas de alimentos industriais como Butterball, Farmland, John Morrell, Armour (que já teve frigorífico no RS e na Argentina), e Patrick Cudahy. Trata-se da maior empresa de clonagem e criação de suínos do mundo, com filiais em toda a América do Norte, na Europa e China.Deste jeito, pode-se ver que não é possível continuar chamando a gripe de “suína”, pois trata-se de um vírus oportunista que apenas valeu-se de condições biológicas ótimas – propiciadas pela grande indústria de fármacos, de engenharia biogenética, dos oligopólios de alimentos e seus satélites de grãos e sementes. Todos esses setores contribuiram com uma parcela para criar essa pandemia mundial de gripe viral.O nome da gripe, portanto, não é “suína”. O nome da gripe é: “gripe do agronegócio internacional” – que precisa responder judicialmente o quanto antes – urgentemente – pela sua ganância e irresponsabilidade com a saúde pública mundial.Leia o dossiê sobre a transnacional Smithfield Foods aqui (em inglês).

27 de abr de 2009

Arranjos Sistemicos - O Futuro!

A reflexão sobre os processos atualmente em curso no sistema mundial,aponta uma inegável transição desde a década de 1960, quecorresponde ao esgotamento do ciclo sistêmico de acumulação de capitaldominado pelos Estados Unidos, evidenciado no Segundo Pós-Guerra.Essa transição representaria a fase terminal do sistema histórico cujosprimeiros passos ocorreram na Europa Ocidental cinco séculos atrás. Não obstante a diferença de perspectiva, ambos os enfoques convergemao destacar o mundo asiático na arquitetura econômica e política quetoma forma em escala planetária. É clara a sugestão de que um próximo ciclo sistêmico e mesmo um outro sistema histórico venham a ostentar aÁsia. Nos anos 1980 o desempenho industrial e comercial japonês nutriu esse entendimento. Nos 1990, início do século XXI, a China aparececomo principal fonte inspiradora. Mas também a Índia é um interessantecaso a ser observado. A China desponta pelo peso específico adquirido na economia mundial, tanto que acelerações ou desacelerações no plano interno repercutem ampla e velozmente. É pela atração de investimentos diretos externos que esse país realmente surpreende. É importante destacar que a China não atrai só atividades de baixo valor agregado mobiliza mão-de-obra de escassa qualificação. Empresas de setores de alta tecnologia têm sevoltado para o país, atraídas pela oferta de engenheiros de boa formaçãoe pelos incentivos incrustados nas Zonas Econômicas Especiais criadas pelo governo. A Índia também tem figurado nas manchetes pelo fato de magnetizar os interesses de empresas ocidentais. Em parte isso se traduz no deslocamento depara o país, centrais de atendimento emque os clientes de empresas e bancos globais, procuram, além de fazercompras, soluções para problemas técnicos e informações de diversostipos. Os baixos salários e o uso corrente e disseminado do idioma inglês na Índia ajudam a explicar essas transferências. Mas o essencial é que numerosas empresas vêm deslocando atividades de tecnologia avançada, como se observa no segmento de, a principal delas. Inicialmente eram transferidas tarefas que representavam menor valoragregado, abrangendo adaptação de programas e prestação de serviços. Hoje, empresas líderes instalam unidades de pesquisa edesenvolvimento utilizando amplamente a capacidade técnica local, sobressaindo nesta, engenheiros indianos formados no exterior e compassagens porcomo Silicon Valley.Não surpreende, que China e Índia freqüentem o estridente noticiário

Engenheiros,Administradores ou Economistas?


Até 1945, os cursos de Economia no Brasil ofereciam formação diversificada e prática naárea de economia e finanças, abrangendo disciplinas como geografia econômica,administração, contabilidade, direito, história econômica, estatística, finanças. Com a reforma do Ministro Capanema, em 1945, o curso ganhou caráter especializado, predominando as disciplinas teórico-quantitativas dasáreas de micro e macroeconomia, econometria e planejamento,oferecendo quadros de pessoal para o Estado desenvolvimentista e keynesiano do pós-guerra. O fim do regime militar originou o novocurrículo em 1984, com abertura para as demais ciências sociais(Sociologia, História, Direito etc.) e para os outros paradigmas econômicos (Economia Clássica, Marxista, Neoclássica, Keynesianaetc.). As novas diretrizes curriculares recentemente aprovadas peloConselho Federal de Educação (ainda não homologadas) definem nova ordem para o curso: flexibilidade para atender vocações regionais enovas formas de aprendizado.Destacam-se dois princípios norteadores: a) preservar a forte baseteórico-quantitativa (aprendida em livros e disciplinas); b) acentuar odesenvolvimento de competências e habilidades em ambientes extraclasse (laboratórios, estágios, pesquisas, grupos de estudo,atividades de extensão, trabalhos extraclasse etc.), especialmente mediante instrumentos de aprendizado proporcionados pela tecnologiada informação. O sucesso dos cursos de Economia dependerá da ênfasea uma nova dinâmica de aprendizado, articulando o conhecimento estruturado do meio científico ao conhecimento tácito e ao aprendizadode habilidades, este adquirido através de interações com a realidade local.
Adaptado de José Antônio Nicolau - Chefe de Departamento e Coordenador do Curso de Ciências Econômicas Da UFSC - Universidade Federal do Estado de Santa Catarina.

23 de abr de 2009

A vez do setor de Alimentos e da Panificação de Rio Branco

Segundo o Sindicato das Panificadoras do Estado do Acre (Sindpan), no município de Rio Branco, 24 é o numero de filiadas nesta cidade, contudo 4 delas não concluíram sua filiação. Para o Sindicato de Indústrias Alimentares do Estado do Acre (Sindpal), o numero de filiadas na capital é de 17, sendo 2 de grande porte e 15 de pequeno porte. Dessa forma, o setor de alimentos e panificação no município de Rio Branco, possui 39 unidades filiadas a seus respectivos sindicatos.
O setor de panificação faz parte do ramo alimentício, contudo, há uma separação organizacional, onde o SINDPAN atua de maneira autônoma e independente do SINPAL. Em função disso, teremos, para efeito de trabalho, o setor de alimentos e o setor de panificação como setores quem compõe o objeto da citada consultoria.
O setor de alimentos está composto por diversas empresas, sendo elas do ramos de água mineral, massas, bebidas, laticínio, sorveteria, gelo, hortaliças, nozes e doces. O setor de panificação, por sua vez, esta composto por empresas do ramo de pães em geral e confeitarias.
Apesar de formado, a grande maioria, por Pequenas e Médias Empresas (PMEs), os dois setores apresentam-se com uma extensa lista de diversificação de produtos e com localização diversa no município de Rio Branco. O setor de panificação apresenta-se em quase todos os bairros, contudo, o número de empresas filiada é bastante inferior ao de existentes, mesmo não tendo o número total.
Atualmente a crescente preocupação com a melhoria da qualidade e segurança dos alimentos, bem como, a oportunidade de desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda para o município e, conseqüentemente, para o estado do Acre, tem levado as instituições públicas e privadas ao desenvolvimento e utilização de diversos sistemas, programas de qualidade e projetos específicos voltados para os diversos setores da economia acreana. Muitas vezes, a intervenção desses setores, tem sido por meio de redes de desenvolvimento ou apenas parcerias institucionais com foco na eficiência e eficácia de suas ações.
Nesse contexto, diversas são as instituições que podem somar na busca da eficiência e da eficácia das ações voltados para os setores de panificação e alimentos. Considerando o foco de atuação, foram listadas diversas entidas como: a Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac/Iel), o Sindicato das Indústrias de Produtos Alimentares do Estado do Acre (Sinpal), o Sindicato das Indústria de Panificação do Estado do Acre (Sindpan), o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a Agencia de Vigilância Sanitária do Estado (ANVISA), o Banco de Desenvolvimento da Amazônia (BASA), a Fundação de Tecnologia do Acre (FUNTAC), a Unidade de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal do Acre (UTAL/UFAC), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMEIA) e o Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), dentre outras que deverão ser identificadas no decorrer da consultoria.
O trabalho do IEL, por meio da FIEAC já garantiu a criação e o funcionamento dos Sindicatos desses dois setores. A instituição se apresenta com proposta inovadora baseada em idéias centradas na interação escola/indústria como eixo de um desenvolvimento afinado com as tendências do mercado acreano e o mundial, com os valores da livre iniciativa. O SINPAL, já vem atuando em conjunto com o IEL e principalmente com o SEBRAE/AC. Essa parceria já vem resultando em atividades de capacitação voltada para o Setor de Alimentos. Outra entidade importante é a UTAL/UFAC que tem o papel de desenvolver e/ou adaptar tecnologias para aproveitamento e conservação de matérias primas alimentares, além de prestar assessoria e consultoria técnicas as indústrias de alimentos. Tal instituição já vem atendendo com muita freqüência empresas do ramo de alimentos, como é o caso da Monte Mário e Verágua e estando aberta para a comunidade em geral, já que atua de maneira geral nas áreas de saúde e alimentação.
Dessa forma, a rede de desenvolvimento de ações ou parceria institucionais visa acima de tudo responder a diversas preocupações que vão desde aquelas voltadas ao ambiente de gestão das empresas, a gestão financeira das instituições governamentais e não governamentais, até os consumidores, que requerem bem estar, sendo esse, expresso também por qualidade e preço e trabalhadores que necessitam de empresas fortes e estáveis, com capacidade de crescimento, inclusive durante os processos de crise econômica.