2 de ago. de 2014

Prefeitura de Rio Branco abre edital para concurso na Secretaria de Saúde


A prefeitura de Rio Branco, através da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), está com inscrições abertas para o concurso público que irá preencher vagas em diversas áreas. Ao todo, serão oferecidas 136 vagas para os níveis fundamental, médio e superior.

Os salários iniciais variam de R$ 730,53 a R$ 2.424,71, para jornadas de trabalho que podem variar entre 20 e 40 horas semanais. O concurso público será organizando pela Fundação Carlos Augusto Bittencourt (FUNCAB) e será reservado cinco por cento das vagas para candidatos portadores de necessidades especiais.

Entre os cargos oferecidos pelo concurso da SEMSA estão os de agente administrativo, agentes comunitários de saúde, agentes de controle de zoonoses, agentes de endemias, auxiliar em saúde bucal, educador social, além de diversos cargos de nível superior como analista de sistema, biomédico, bioquímico, cirurgião-dentista, educador físico, enfermeiro, fisioterapeuta e fonoaudiólogo.
Quem estiver interessado em participar do concurso público poderá fazer a inscrição diretamente no site da FUNCAB (www.funcab.org). As taxas são de R$ 36, para os cargos que exigem nível fundamental, R$ 42,00 para os cargos de nível médio e R$ 66,00 para os cargos de nível superior.

O concurso será composto de prova objetiva, avaliação de títulos e para alguns cargos prova de capacidade física. A prova objetiva deverá ser realizada na data provável de 14 de setembro em locais e horários que ainda serão divulgados pela responsável pelo concurso público.

O gabarito da prova objetivo deverá ser divulgado a partir do dia 16 de setembro e a prova de capacidade física está prevista para acontecer no dia 19 de outubro, também em locais e horários que ainda serão divulgados. O resultado final do concurso público será sair no dia 19 de novembro.

Período de Inscrição: 23/07/2014 - 10h até 17/08/2014 - 23h59min.



Fonte: AC24 Horas

27 de jul. de 2014

Concurso da SEMSA de Rio Branco

Semsa lança concurso público para provimento de vagas de ensino fundamental, médio/técnico e superior. O Edital e seus Anexos estarão disponíveis nos sites www.funcab.org e www.riobranco.ac.gov.br para consulta e impressão. 

30 de jun. de 2014

Concurso: Prefeitura de Rio Branco abre inscrições para Educação e Nutrição.

Começa nesta terça-feira, 1,  as inscrições para o processo seletivo da Secretaria de Educação de Rio Branco (AC). O certame é simplificado e soma 17 vagas para níveis diversos, nas áreas de Educação e Nutrição e Intérprete.
Segundo o Edital, serão selecionados Professores de: Creche (2), Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano (10), Atendimento Especializado (1), Mediador (1) e de Libras (2); e Nutricionista (1).
O Executivo informou que os profissionais irão atuar em regime de 25h, 30h ou 40 horas semanais, fazendo jus à remuneração que varia entre R$ 952,21 e R$ 2.981,04. Para tanto, devem possuir formação no magistério, graduação ou licenciatura na área da vaga pretendida, bem como possuir as habilidades especificas para o exercício do cargo.
Os interessando poderão se inscrever entre os dias 1º a 4 de julho, na Escola Municipal do Servidor, localizada na Avenida Getúlio Vargas, nº. 2061, Bosque. O horário de atendimento ocorre das 8h30min às 12h e das 14h às 17h30min, em dias úteis.
Todos os candidatos serão submetidos à Análise Curricular, cujo resultado final será válido até 30 de dezembro de 2014, podendo ser prorrogado até a conclusão do ano letivo.

VAGAS PARA O SESC

O Serviço Social do Comércio - Sesc  no Acre está com inscrições abertas para processo seletivo com a finalidade de preencher  vagas efetivas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível superior, médio e fundamental. As inscrições começaram dia 21 de julho e terminam 06 de julho de 2014.
As vagas se destinam aos cargos de técnico especializado em pedagogia, artífice de manutenção, instrutor de educação física, recreador, cozinheiro, contador, cirurgião dentista (odontólogo), motorista, auxiliar de saúde bucal, inspetor de alunos e auxiliar de cozinha. As remunerações vão de R$ 794 a R$ 3.622 mais benefícios.
As taxas de inscrição custam R$ 40 (Nível superior) R$ 30 (Nível médio) e R$ 20 (Nível fundamental). O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado através de boleto bancário, no período 23/06/2014 a 08/07/2014.
As provas serão realizadas no dia 03 de agosto das 08h às 11h na cidade de Rio Branco. Para realizar a inscrição o candidato deverá preencher o formulário disponível no endereço eletrônico: www.sescacre.com.br até as 23h59 dia 06 de julho.
Edital completo no site www.sescacre.com.br

CONCURSO - Universidade do Estado do AM lança concurso com salários de R$ 5,9 mil

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) divulgou a abertura de dois editais para preenchimento de vagas para professores – com título de especialista e mestre – e para cargos técnicos na área administrativa. Ao todo, 48 vagas são disponibilizadas pelo concurso. Os salários variam de R$ 1.850 a R$ 5.940,02. As inscrições serão realizadas no período de 30 de junho a 1º de agosto, em locais e horários especificados nos editais no portal www.uea.edu.br
O edital 07/2014 oferece nove vagas para o cargo de professor de carreira do magistério público superior dos Centros de Estudos Superiores de Itacoatiara, Tabatinga e Tefé. As vagas são destinadas aos candidatos com titulação de especialista e mestre, nas áreas de Matemática, Ciências da Computação, Letras – Língua Portuguesa, Ciências Florestais e Geografia.
O edital 05/2014 oferece 39 vagas para cargos de nível médio, sendo uma delas para nível superior para o cargo de Enfermeiro. Para alguns cargos de nível médio é exigido também o certificado de conclusão de curso técnico na área exigida.

8 de jun. de 2014

Classificação do Negócio Jurídico

Breve resumo sobre a classificaçao:






Fonte: http://silvaemoreiraaprendendodireito.blogspot.com.br/2013/05/classificacao-do-negocio-juridico.html.

5 de mai. de 2014

Meio-ambiente, Saúde, Nutrição e Previdência: mercados de trabalho promissores para o economista.


Várias oportunidades se abrem para o trabalho do economista na área do meio-ambiente e preservação ambiental, tanto no setor público como no setor privado. A constatação é de Zilton Luiz Macedo, um dos mais renomados economistas especialistas no assunto, que inclusive vem tendo importante papel na qualificação profissional de jovens economistas.

Professor-Titular da PUC-SP e atuando hoje como consultor na área de Economia e Meio-Ambiente, Zilton tem um rol de serviços prestados: em 1970 trabalhou na Fesb – Fomento Estadual de Saneamento Básico (que deu origem à atual Cetesb).

Zilton que fez curso de economia e meio-ambiente na Inglaterra em 1977 e foi convidado a fazer doutorado em Londres, privilegiou durante 23 anos (de 1975 a 1998) a atividade na Emplasa. Em 1985, em equipe com a Cetesb, participou do planejamento industrial no município, analisando as questões do meio-ambiente ("vários municípios buscavam atrair a industrialização, que impunha custos ambientais e sociais, tornando-os maiores e piores"). Em 1994 atuou na equipe que elaborou o Plano Metropolitano de Desenvolvimento da Grande São Paulo (de 1994 a 2004), e shopping-centers públicos, que simplificados se tornaram os atuais "Poupa Tempo".

Como consultor, fez trabalhos sobre temática ambiental para diversos Estados e no ano 2000 defendeu a tese de livre-docência na USP sobre "Os dilemas da Economia como Instrumento de Gestão Ambiental".

Segundo Zilton, a maior parte dos problemas ambientais tem origem na atividade econômica. Daí todos passarem a olhar os economistas como agentes capazes de propor medidas eficazes de recursos naturais e ambientais.

A seu ver, nesse mercado de trabalho o economista tem algumas vertentes:

No setor público, pode atuar na área de planejamento tanto urbano como regional ou federal. "Não dá para pensar em planejamento sem incluir recursos naturais e meio-ambiente". Também pode atuar nos órgãos ambientais na elaboração de normas preventivas sócio-econômicas – atrelando os empreendimentos públicos e seu rebatimento na qualidade de vida e sobre o meio-ambiente. Um campo novo no setor público é o desafio da viabilização de áreas de proteção ambiental (Apas), parques temáticos/ambientais e turismo ecológico.

Como consultor, pode assessorar os órgãos ambientais na análise dos impactos sócio-econômicos dos empreendimentos públicos e privados. Dá como exemplo o prolongamento da rodovia dos Bandeirantes, de Campinas até Cordeirópolis – a legislação exige o Rima - Relatório de Impacto sobre o Meio-Ambiente – onde ele mesmo se deparou com o problema de computar custos de manutenção e benefícios e por quanto tempo para a tomada de decisão.

Na iniciativa privada, nas empresas de consultoria, integrando equipes que elaboram estudos de impacto ambiental. Por exemplo: Zilton participou como consultor do governo do Espírito Santo na análise da instalação da Aracruz celulose na região. No Mato Grosso do Sul, na análise do Rima da fábrica da Champion Celulose em Três Lagoas. Na Bahia, colaborou no plano de desenvolvimento sustentável. E integrou a equipe que assessorou o Ministério dos Transportes na análise do Rima da rodovia Araguaia-Tocantins.

Outro filão é a elaboração de peritagem para o Ministério Público em processos relativos a danos ambientais nos aspectos que ferem a legislação. Basicamente, a atividade do economista é criar critérios que orientem os tomadores de decisão na gestão de conflitos que surgem na apropriação de recursos naturais pela atividade econômica.

A apropriação não é só na extração, mas na utilização de espaços para deposição de resíduos, da atmosfera para deposição de efluentes gasosos, e líquidos nos corpos de água. Além disso deve impedir que as decisões sejam tomadas numa visão de curto prazo e de rentabilidade econômica danifiquem para sempre recursos ou regiões inteiras – caso do café no Vale do Paraíba, da desertificação que está preocupando o Rio Grande do Sul; e do maior buraco na camada de ozônio do País, na região de Santa Catarina – causando câncer de pele.

Especialização

Zilton conta que existem tanto cursos de pós-graduação latu sensu (1 a 2 anos), como cursos de especialização (3 meses a 1 ano) na USP, Unicamp, USP-Ribeirão Preto, Unesp etc. Lembra que o estudante de graduação em Economia, com a obrigatoriedade de fazer monografias tem mostrado interesse pelo meio-ambiente e tido sucesso profissional.

Cita o caso de três alunos: 1) "Um fez uma monografia sobre "Turismo como atividade econômica para garantir a sustentabilidade de São Sebastião", foi para Israel como convidado; 2) outro, fez monografia sobre "Reciclagem do lixo", e está na Alemanha, a convite de uma empresa que produz fornos;
3) outro, ainda, fez a monografia "Discutindo a garantia de sustentabilidade econômica para Ilhabela, e como viabilizar economicamente o município", e está fazendo doutorado em Barcelona.

Oportunidades em Saúde, Nutrição e Previdência.

Hoje há outras três importantes mercados de trabalho para os economistas nas áreas de Saúde, Nutrição, Seguros e Previdência Privada. Quem faz essas observações é Antonio Carlos Coelho Campino (foto), Economista com Doutorado na FEA/USP, Mestrado na Vanderbilt University (EUA). Campino fala com a autoridade de quem foi assessor regional de Saúde da Organização Pan Americana de Saúde, em Washington, (de 1989 a 1994), atuando nas áreas de Economia dos Alimentos e de Economia da Saúde; de atual Professor de Pós-graduação na FEA/USP na área de Saúde, além de presidente do Conselho de Administração da Brasil Assistência, ligada ao
Mapfre, grupo segurador espanhol.

Diz que a área de Saúde tem enorme mercado pois todos os planos de saúde e de seguro saúde necessitam de profissionais para planejamento, e tanto as empresas como a própria Agência governamental que regula esses planos não estão aparelhados para trabalhar de maneira eficiente. Considerando que o Brasil gasta 7,5% do PIB em Saúde e os EUA 14% isso dá uma idéia do tamanho do setor para os profissionais de economia.

Aponta a área de Nutrição como um mercado em expansão, onde a análise econômica, o planejamento da produção e o de desenvolvimento de novos produtos são da maior relevância. Até 1975 o grande problema era a fome. No ano 2000 se resolveu o problema da subnutrição, mas o da nutrição (hipovitaminose, por exemplo) tem aumentado e a demanda na área de agribusiness é crescente. A agropecuária representa cerca de 8% do PIB (estimado pelo IBGE em R$ 1,2 trilhão em 2001).
Finalmente outro enorme mercado com crescimento acentuado do volume de operações são os setores de Seguros e Previdência Privada, onde ressalta a importância do patrimônio consolidado dos Fundos de Pensão (dados da Abrapp revelam que em 2001, as 291 Fundações associadas tinham Ativos de R$ 156 bilhões, 1.686 participantes ativos, 4.445 dependentes e 550,7 mil assistidos) e o desenvolvimento de novos produtos de Seguros, mais sofisticados e complexos. O que explica a enorme demanda por habilidades atuariais nos últimos anos, já que os planos não contam com tabelas precisas pois faltam economistas para avaliar dados. “Curiosamente acabou o curso de graduação em Atuaria, embora haja o de pós-graduação na Fipecafi/FEA. Talvez porque não dá para dizer que a Atuaria tem a ver com o ramo de seguros, de previdência privada e pública, finanças etc.”.

“Quando me licenciei da Universidade em 1989 para exercer o trabalho de assessor da OPAS, aí começou meu interesse pela chamada economia social - envolvendo Alimentação, Saúde, Nutrição e Educação” diz Campino, hoje também Professor de Pós-Graduação na área de Saúde na FEA/USP e com diversos trabalhos de pesquisa e publicações na área de Saúde e Nutrição.
Mas uma das coisas que mais se orgulha foi sua participação no desenvolvimento de cursos para essas novas áreas da economia social que hoje se transformam em importante mercado de trabalho para o economista. “Através da Fipe começamos a trabalhar na avaliação de programas como merenda escolar, alimentação do trabalhador etc. Até que em 1988, o então Reitor José Goldemberg criou o programa Interunidades, multidisciplinar, abrangendo questões de economia, saúde publica, nutrição, envolvendo as diversas Faculdades. Daí surgiram os programas de pós-graduação: Procam – Ciência Ambiental; Prolam - Integração da América Latina - envolvendo Direito Internacional, Economia, Sociologia etc.; e o Pronut – de Nutrição Humana Aplicada. O Pronut, por exemplo, objetiva integrar áreas relacionadas com a nutrição visando o aperfeiçoamento de diplomados em cursos de graduação em áreas afins, estimulando a ação multidisciplinar, ensino e pesquisa”.
Campino, além de representar o Depto. de Economia na Comissão de Pós-Graduação do Pronut/USP – Interunidades em Nutrição Humana Aplicada, já orientou duas teses de Doutorado e duas de Mestrado do programa. 
Ele explica que as disciplinas básicas do Pronut são: Economia da Alimentação e Nutrição, Fundamentos Biológicos de Nutrição Humana Aplicada, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Nutrição Clínica, Métodos Quantitativos em Análise Epidemiológica, Intervenções Nutricionais em Assistência Primária à Saúde, Epidemiologia das Deficiências Nutricionais. Além disso, envolve disciplinas da FEA - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (como elaboração e análise de Projetos); da FCF - Faculdade de Ciências Farmacêuticas (como Análise de Alimentos e Metabolismo Protéico e Energético; da FSP - Faculdade de Saúde Pública (como Métodos Estatísticos Aplicados à Epidemiologia e Bioestatística). “A meta é formar pessoas capazes de solucionar esses problemas”. 
Com toda sua experiência profissional na área de ensino Campino é contra as sugestões de que o curso de Economia deve atender às especificidades do mercado de trabalho. “O curso de Economia dá uma visão geral e capacidade de analisar problemas, o que proporciona condição do profissional atuar em questões específicas, com uma visão ampla. Na verdade o bom economista tem de saber fazer as perguntas certas, não ter as respostas certas!”. 

(Copyright Jornal do Economista, 2002-04-28)

Mercado de Feijão em Baixa!!!


O mercado nacional de feijão fechou o mês de abril com tendência baixista abrindo o mês de maio. O preço do feijão carioca extra negociado na Bolsinha paulistana teve queda de 13,6% em relação ao início do mês. O grão fechou sendo negociado na média dos R$ 140,00 por saca de 60 quilos, ante R$ 159,00 no começo de abril.
O preço do carioca extra apresentou diferença positiva de aproximadamente 19,3% em relação ao preço em que o carioca especial vem sendo negociado, o que se acentua conforme o aumento da dificuldade de encontrar produto de qualidade no mercado.
No mesmo período de 2013, as cotações da saca de feijão estavam em um patamar muito acima do negociado atualmente, o que foi consequência de uma safra de baixo volume e também de baixa qualidade. O preço ano passado era 46% acima dos R$ 140,00 – ou seja, em torno de R$ 260,00.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado Rodrigo Neves, a quebra de safra do ano passado não apresentou fatores que, até então, nos façam crer que isso vai se repetir. “As perspectivas de um bom aumento de produção no Paraná, maior produtor nacional de feijão, gira em torno de 40% acima do volume produzido na safra 2012/13”, pontua o analista de SAFRAS. Em termos nacionais, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve aumentar em torno de 30%. Na região de Unaí (MG), porém, a intenção de plantio foi abaixo do esperado.

Por Cândida Schaedler

Belíndia


(Alan Henriques, 2002-09-16)

Em 1974, Edmar Bacha cunhou essa expressão para definir o que seria a distribuição de renda no Brasil, à época ( uma mistura entre uma pequena e rica Bélgica e uma imensa e pobre Índia), o economista ainda pensa ser válida a expressão para definir a distribuição de riquezas no país hoje. E ao que parece segundo dados apurados pelo IBGE, infelizmente é exatamente o que podemos constatar.
No campo da distribuição de riquezas o Brasil, ainda tem pouco a comemorar, segundo o IBGE no espaço temporal entre 1992 e 1999, o rendimento dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres cresceu percentualmente a mesma coisa. O que significa dizer que, em termos absolutos, o fosso aumentou. Se, em 1992, a diferença entre esses dois grupos era de R$ 1.717, em 1999 ela passou para R$ 2.270. Um aumento de R$ 553. 
Em 1992, os 10% mais ricos detinham 45,8% da renda nacional, já em 1999, os 10% mais ricos passaram a deter 47,4% da renda nacional. Se medido pelo coeficiente de Gini, (que varia de 0 até 1) quanto mais próximo de zero melhor a distribuição de renda, o Brasil em 1992 estava com o índice em 0.571, já em 1999 o índice se encontrava em 0.567, uma melhora muito discreta para o período analisado pelo estudo, pois nesse mesmo período, o Brasil derrotou a inflação dando fim com isso ao propalado "Imposto Inflacionário" o mais cruel dos impostos que transferia renda dos mais pobres para os mais ricos. Mesmo com tudo isso, o país não avançou muito na redistribuição de riquezas ficando muito aquém do avanço em outras áreas como educação e saúde. Durante o período, do "Plano Real" implementado em 1994, que não conseguiu lograr grandes êxitos quanto à distribuição das riquezas, as causas desse insucesso talvez estejam na política adotada para debelar a inflação, no início do Plano Real a política cambial adotada ocasionou vultosos déficits na balança comercial a partir de 1995. Somando-se ao déficit na balança de serviços que o país já apresentava tradicionalmente, o Brasil passou a conviver com vultosos déficits na balança de pagamentos como um todo. Que passaram a ser compensados pelo capital externo que entrava atraído com os juros mais altos.
Essa política de juros aliada a manutenção de salários, o resultado só poderia ser mais concentração de renda, o irônico é que o instrumento usado para debelar a inflação o aumento nos juros reais e a política cambial acabaram por impedir que a redistribuição da renda fosse efetuada com mais eficácia durante o período estudado pelo IBGE. Ainda segundo a análise feita, pelo IBGE, o tempo que os 20% mais pobres precisam trabalhar para para igualar sua renda à dos 20% mais ricos é de 2 anos e oito meses, enquanto que no topo da lista encontra-se a Polônia, onde os mesmos 20% mais pobres precisam trabalhar apenas 3 meses para se igualarem aos 20% mais ricos, contudo, houve avanços quanto ao rendimento mensal, que aumentou de R$ 364 em 1992, para R$ 472 em 1999.
Outros indicadores dão demonstração de nossa melhora, a expectativa de vida aumentou de 66 anos em 1992, para 68 anos em 1999, entretanto, mesmo nesse campo encontramos algumas distorções que atestam a validade da expressão "Belíndia", no Estado do Rio de Janeiro as mulheres estão vivendo 11 anos em média mais que os homens, por conta da violência urbana que toma contornos de guerra civil em alguns centros urbanos do país, já que vitima mais jovens do sexo masculino.
No Rio de Janeiro, a maioria da população já é de velhos e de mulheres, no caso da capital fluminense a proporção de mulheres e homens é a menor do país, são 88 homens para 100 mulheres. O acesso dos negros a nossa Bélgica é bem mais difícil que o acesso dos brancos, os analfabetos brancos em 1999, eram apenas 8,3%, enquanto que os negros analfabetos nesse mesmo período foram de 21%, ou seja, quase três vezes mais. O rendimento médio dos brancos em 1999 foi de 5,25 salários mínimos, enquanto que o rendimento médio dos negros foi de 2,43 salários mínimos, ou seja, menos da metade que o rendimento dos brancos. 
A PNAD (Pesquisa Nacional de Amostragem de domicílios), constatou também a desigualdade de riqueza entre as regiões brasileiras, sem novidades, segundo o índice de Gini a região que tem a renda mais bem distribuída é a região Sudeste com 0,537, seguida da região Sul com 0,543, a região Norte com 0,547, a região Centro - Oeste com 0,573 e por último a região com a pior concentração de renda do Brasil é a região Nordeste com 0,587, que por sua vez, possui o Estado com a pior distribuição de renda do Brasil; a Paraíba segundo o índice de Gini, o Estado está com 0,644, sem dúvida a pior entre os Estados brasileiros. 
Estes números, denotam anos e mais anos de endividamento do Estado brasileiro, que levou a uma incapacidade quanto ao atendimento das demandas sociais mais prementes.
Os grandes recursos que seriam investidos na criação de mais empregos que possibilitaria um melhor acesso à saúde ou educação de qualidade as populações de nossos grandes centros, foram usados para o pagamento de juros ou os "serviços da dívida. 
Com certeza, se tais recursos tivessem sido usados no atendimento as "tais demandas prementes", o perfil de renda da sociedade brasileira seria outro. Em particular, o Estado da Paraíba o que detém o triste título da pior distribuição de renda do Brasil, por ironia foi o Estado que teve o maior crescimento do PIB entre 1980 e 1998, em média 8,93%, nesse caso houve uma inconteste concentração em que o grande crescimento do produto de um Estado acabou parando na mãos de poucos.
São dados como esses que fazem nossa grande dívida social tomar contornos de uma Índia, prova disso é que em 1999, os 1% mais ricos detinham 13,1% de toda a riqueza nacional, enquanto que os 50% mais pobres detinham apenas 14% de toda renda nacional, ou seja, quase a mesma coisa
Ainda pior, é que em 1993 a distribuição era exatamente igual, ou seja, não houve avanço algum, quando o salário mínimo passou de R$ 150 para R$ 180, em 1 de Maio de 2001, só esse fato já foi suficiente para tirar da linha da pobreza algo em torno de 3,5 milhões de brasileiros, mesmo com isso, a situação não melhorou muito já que muitos empregadores não tinham condição de arcar com esse nível de salário mínimo.
Segundo o DIEESE em estudo divulgado também em 1 de Maio o salário mínimo deveria ser hoje de R$ 1066, omando como base o capítulo II da Constituição federal em seu artigo 7o , inciso IV, que determina que o salário mínimo teria que atender as necessidades básicas de uma família tais como moradia, alimentação, educação, lazer, vestuário etc, no entanto, todos sabemos que se um salário mínimo dessa magnitude fosse adotado a economia não suportaria, em um país com o tamanho de nossa dívida social o salário mínimo é fundamental na redistribuição da renda. 
Em suma, distribuição de renda significa mais pessoas consumindo, o que daria um incremento ao mercado interno diminuindo nossa dependência de grandes exportações para cobrir o déficit na balança de pagamentos, déficit esse que seria coberto pela maior arrecadação do governo oriundo do do mercado interno, o que sem dúvida levaria a economia brasileira a um novo "círculo virtuoso" de desemprego baixo, crescimento acelerado do PIB, e superávit do setor público, tal como o ocorrido atualmente com a economia norte-americana. 

16 de abr. de 2014

Compra da Casa Própria


Comprar uma casa própria é com certeza o sonho da maioria da população brasileira. Por isso, para que nada dê errado na hora da realização deste sonho, é importante saber que o negócio deve ser feito com muita cautela e responsabilidade. 

Esse consumidor em especial não pode correr risco de perder o dinheiro que lutou tanto tempo para conseguir. Sendo assim, preste atenção nas dicas que seguem a seguir:

O primeiro passo na hora da compra para realizar um negócio seguro, deve ser à procura de um corretor/imobiliária. Isso economiza tempo. 

Mas antes de escolher a empresa, verifique a estrutura, disponibilidade dos corretores e busque referências de vendas anteriores. 

Considere também os serviços oferecidos, área geográfica de atuação, quantidade de imóveis constantes na carteira, atendimento fora do horário comercial, prestação de apoio a financiamentos e elaboração de contrato profissional com revisão de advogado. 

Defina com sua família o que é importante no imóvel para você saber o que quer realmente, piscina, quintal, dependência de empregada, etc.

Faça uma reunião com corretor e apresente suas necessidades (nº de dormitórios, localização e outros), estilo de vida e potencial de compra (quantia em dinheiro, necessidade de financiamento, disponibilidade de FGTS, automóvel ou outro imóvel que possa ser dado como parte do pagamento).

Só faça negócio depois de visitar um número razoável de imóveis, a média é de 5 a 8, de preferência levando todas as pessoas da família. Visite de dia e a noite o imóvel escolhido e converse com vizinhos sobre a segurança, odores, desapropriações, vazamentos, desabamentos e inundações no local. Considere a valorização futura do local, valor de revenda, posição do imóvel em relação ao sol, e principalmente como você se sentiu nele. 

Antes de assinar o contrato faça uma inspeção minuciosa. Fique atento a rachaduras, eletricidade e telhado. Verifique se há vazamentos, cupins, paredes úmidas, ocas ou descoladas. 

Negocie antes de firmar acordo especialmente se o pagamento for feito à vista. 

Evite conversar com o proprietário se ele residir no local, sobre preços e valor comercial. Às vezes algum comentário inocente fora de hora pode atrapalhar as negociações. 

Não se esqueça de revisar o contrato. É ele que protege ambas as partes e estabelece condições, por exemplo, no imóvel e dívidas de impostos que não são cobertas na escritura. 

Solicite do vendedor, certidões negativas dos cartórios de protestos, dos distribuidores cíveis, da Justiça Federal e Tributos municipais. 

A compra da casa própria muitas vezes é uma atitude única e definitiva. Evite errar. Leia, aprenda, conheça seus direitos e faça negócios com segurança. Ensine também a sua família para que no futuro ela viva sem problemas.

1 de abr. de 2014

BASA - Inscrições vão até dia 14 para nível superior

O Banco da Amazônia (Basa) realiza concurso para o preenchimento de vagas de técnico científico nas áreas de Medicina do Trabalho e Tecnologia da Informação com ênfase em Análise de Sistemas, Banco de Dados e Suporte à Infraestrutura de TI. As inscrições estarão abertas até o dia 14 de abril e poderão ser feitas no site da Fundação Cesgranrio, organizadora. A taxa é de R$65.
A remuneração inicial para todos as áreAs é de R$3.070,47, composta pelo vencimento básico, gratificação especial mensal e o auxílio-alimentação no valor de R$907,32.
As avaliações, assim como a perícia daqueles que se declararem com deficiência, serão realizadas nas seguintes cidades: Belém/PA, Boa Vista/RR, Brasília/DF, Cuiabá/MT, Macapá/AP, Manaus/AM, Palmas/TO, Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Santarém/PA, São Luís/MA e São Paulo/SP. O concurso terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por mais um.

19 de mar. de 2014

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UFAC.


A UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE - UFAC,  torna público que estarão abertas as inscrições para o Concurso Público para provimento, em caráter efetivo, destinado aos cargos  TÉCNICOADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO da Universidade Federal do Acre - UFAC, 
VEJA MAIS DETALHES NO EDITAL
https://www.msconcursos.com.br/concursoEdital.php?aba=1&con=205


Auditor Fiscal da Receita Federal


Estão abertas as inscrições para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Federal. O concurso visa preencher de 278 vagas. Para participar da seleção é preciso ter nível superior em qualquer área de formação, em instituição registrada no Ministério da Educação (MEC). O salário é de R$ 14.965,44.

Os interessados devem se inscrever através do site da Escola de Administração Fazendária:  www.esaf.fazenda.gov.br até dia 27 de março de 2014. A taxa é de R$ 130,00.

O processo seletivo é composto por 2 etapas: a primeira fase será de provas objetivas e discursivas, enquanto a segunda será a realização de sindicância de vida pregressa do candidato. A primeira etapa está prevista para acontecer nos dias 10 e 11 de maio.

Atribuições do cargo
Constituir, mediante lançamento, o crédito tributário e de contribuições; elaborar e proferir decisões ou delas participar em processo administrativo-fiscal, bem como em processos de consulta, restituição ou compensação de tributos e contribuições e de reconhecimento de benefícios fiscais; executar procedimentos de fiscalização, praticando os atos definidos na legislação específica, inclusive os relacionados com o controle aduaneiro, apreensão de mercadorias, livros, documentos, materiais, equipamentos e assemelhados; examinar a contabilidade de sociedades empresariais, empresários, órgãos, entidades, fundos e demais contribuintes, não se lhes aplicando as restrições previstas nos artigos 1.190 a 1.192 do Código Civil e observado o disposto no artigo 1.193 do mesmo diploma legal; proceder à orientação do sujeito passivo no tocante à interpretação da legislação tributária; supervisionar as demais atividades de orientação ao contribuinte.

Fonte: IOB Concursos.

7 de mar. de 2014

Voltando ao cenário nacional - Cooperativismo de Crédito.


Depois der ter reduzido sua participação no mercado financeiro, principalmente no ano de 2010, o Sistema Cooperativista Financeiro (Cooperativas de Crédito), voltaram com mais vapor, retomando números significativos de participação e retomada do mercado.
Para melhor entender, o Cooperativismo Creditício possui 3 grandes sistemas (movimentos) que são responsáveis pelo domínio do mercado no Brasil e, conseqüentemente, nas regiões. 
Com base no balança de 2012, a prevalência desses três principais movimentos cooperativistas brasileiros se dá da seguinte forma:

• Sicoob: Sudeste e Norte. O Sudeste, exerce amplo domínio, com 83% do total movimentado pelo cooperativismo de crédito da região e tendência crescente. Já na região Norte, passou a deter 54,1% dos empréstimos (contra 53,7% em 2010) e 50,5% dos depósitos (contra 45,7% em 2010), corroborando a tendência crescente já detectada em anos anteriores. O foco desse desempenho é o estado de Rondônia, onde o cooperativismo já atingiu a marca de dois dígitos em relação ao sistema financeiro local;
• Sicredi: Sul e Centro-Oeste. A região Sul detém 53% do movimento cooperativista contra cerca de 20% do Sicoob que, no entanto, aumentou sua participação em três pontos percentuais devido à forte evolução dos depósitos -  bem acima da média de 23% registrada pelo segmento no ano de 2012 (89% em Santa Catarina e 32% no Paraná). A liderança do Sicredi é centrada nos Estados do Rio Grande do Sul e do Paraná, enquanto em Santa Catarina predomina o Sicoob, com 44% dos empréstimos e 53% dos depósitos. Já no Centro-Oeste, o Sicredi, puxado essencialmente pelos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, alcançou 52% dos empréstimos (contra 34% do segundo colocado, o Sicoob) e 39% dos depósitos. Nesse caso, dividindo a liderança com o Sicoob; e
• Unicred: Nordeste, onde aumentou sua participação para 78% do movimento financeiro do cooperativismo local, contra 75% em 2011.

Segundo SOBRINHO et al (2013), é possivel observar que o Sicoob mantém sua posição de principal subsistema, ao acumular 42% dos empréstimos e 46% dos depósitos. O crescimento nominal dos depósitos no ano de 2012 foi de 27%, superior à média de 23% registrada pelo conjunto. Com isso, ganhou 1,4 ponto percentual na participação relativa entre 2011 e 2012, retornando à posição de 2010. Em contrapartida, registrou queda de 1,1 ponto percentual em empréstimos, devido ao crescimento inferior à média (22% contra 25% do conjunto).


O Sicredi ocupa a segunda posição, com 33% dos empréstimos e 29% dos depósitos. Ao contrário do Sicoob, ganhou posição nos empréstimos (um ponto percentual) e perdeu em depósitos (0,7 ponto), decorrência do crescimento de 28% registrado naqueles, acima da média de 25% do conjunto, e de 20% nestes, abaixo da média de 23%. A evolução do market share do Sicredi nos empréstimos teve forte influência da região Centro-Oeste, em que ultrapassou a metade do total do crédito concedido pelo cooperativismo de crédito local com foco no desempenho no estado do Mato Grosso do Sul, onde a participação subiu para 90%, contra 83% em 2011. Vale registrar a atuação do Sicredi na região Norte, especialmente nos estados do Pará e Tocantins, onde já absorve cerca da metade do cooperativismo local, contra praticamente um terço do registrado em 2010.


O subsistema Unicred perdeu participação relativa no mercado entre 2010 e 2012 em ambas operações: nos empréstimos, saiu de 13% para 12,2%, e nos depósitos de 15,1% para 13,8%. Essa queda aconteceu principalmente nas regiões Norte e Sul. Na região Norte, devido à forte atuação do Sicredi no estado do Pará. Na região Sul, o principal motivo foi a desfiliação da Central do Paraná (em 2011) que levou para o bloco das independentes as cooperativas do Paraná e do Mato Grosso do Sul, filiadas à Central dissidente.
No conjunto, as perdas do Unicred só não foram maiores devido ao bom desempenho na região Nordeste, onde ostenta o status de principal subsistema cooperativista, detendo 77% dos empréstimos (contra 74% em 2010) e 78% dos depósitos (contra 75% em 2010).


Como consequência da desfiliação da Unicred Paraná, o chamado segmento de segundo nível praticamente dobrou seu market share: os empréstimos saíram de 2,9% em 2010 para 4,6% em 2012, e os depósitos de 3,3% para 6,7%, puxados, claro, pelos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Na média geral, o ano de 2012 pouco agregou a esse grupo em termos de participação no mercado. Entretanto, registre-se o crescimento nominal dos empréstimos (28%) e dos depósitos (40%) do Sistema Cecred em Santa Catarina bem acima da média do cooperativismo de crédito nacional. Com isso, aumentou 1,8 ponto percentual sua participação nos empréstimos locais e só perdeu 4,5 pontos percentuais nos depósitos devido ao excelente
desempenho das captações do Sicoob naquele estado que, em 2012, apresentaram crescimento nominal de 89%.  Já o segmento de agricultura familiar solidária manteve-se em torno de 4% dos empréstimos e 2% dos depósitos, ressaltando que a menor participação nos depósitos decorre do fato desse segmento atuar de forma intensa no repasse de recursos oficiais, especialmente no âmbito do Pronaf.


Finalmente, o bloco das cooperativas independentes foi o que mais perdeu mercado entre 2010 e 2012: participação atual de 4,3% dos empréstimos contra 5,4% em 2010, e de 2,3% nos depósitos, contra 3,3% em 2010.


Preliminarmente, cabe uma explicação: a base comparativa são as operações da área bancária, excluídas as do BNDES e os financiamentos imobiliários, estas últimas por ainda não estarem no foco do cooperativismo. Nesse sentido, após a queda registrada em 2011, o bom desempenho do cooperativismo em 2012 permitiu seu retorno aos níveis de participação de 2010, com leve superioridade dos depósitos. Essa reversão foi puxada basicamente pelas regiões Sul e Centro-Oeste, com prevalência do Sul nos depósitos e do Centro-Oeste nos empréstimos.


Esse diagnóstico reflete o desempenho em termos quantitativos e qualitativos, comparado a outros  períodos, em especial com os anos de 2010 e 2011. Há nele objetivo não apenas de avaliar os avanços  da última década – que são muitos –, mas também de fornecer subsídios para reflexões sobre como  enfrentar os desafios para os próximos anos, num ambiente de competitividade que, cada vez mais,  exige eficiência, criatividade e organização.


É salutar que esse contexto traz em seu bojo um futuro de novos desafios, os quais, serão determinantes para o cooperativismo de crédito. Nossa base de negócios é, hoje, fortemente atrelada à intermediação financeira (fonte de 60% das sobras) que, em ambiente de juros baixos, como o que ora se observa, já impõe inevitáveis mudanças na matriz de resultados e na forma de atuar das cooperativas. Não se despreza a influência do crédito  para o desenvolvimento sustentável de um país, diante de sua capacidade para financiar a produção e o consumo. Entretanto, a alta dependência de spread para suprir custos de funcionamento, aliada à baixa escala de nossas operações, compromete os resultados e afeta as condições de competitividade com os demais agentes do mercado, impelindo-nos a ser mais efetivos como instituição financeira integral.









FONTE: SOBRINHO, Abelardo Duarte de Melo; SOARES, Marden Marques e MEINEN, Ênio: A EVOLUÇÃO DO SISTEMA COOPERATIVISTA DE CRÉDITO BRASILEIRO EM 2012, SICOOB; Brasília, 2013.






4 de mar. de 2014

Registro de imóveis será eletrônico!!!

A partir de julho de 2014, o documento deve estar disponível on-line
Para agilizar as transações que envolvem imóveis, a lei 11.977/2009 prevê que todos os registradores terão de contar com plataforma on-line para o registro. Válida para todos os estados, a lei determina que o documento deve migrar para versão eletrônica até 8 de julho de 2014.
A pouco mais de seis meses do prazo, o Paraná está preparado para a mudança. De acordo com o diretor de registro de Imóveis da Associação Nacional dos Registradores no Paraná (Anoreg-PR), João Carlos Kloster, há tranquilidade para cumprir a data no estado. Ele diz que a medida vai facilitar a compra e venda de imóveis.
“Digamos que eu esteja em uma cidade, mas queira comprar imóvel em outra. Atualmente, eu precisaria ir até o registro de imóveis do município onde fica o imóvel que para solicitar a matrícula e verificar se o bem está em dia, se não há pendências nem processo judicial, e se ele tem realmente a metragem e área construída anunciadas”, exemplifica Kloster. “Com o registro eletrônico, qualquer pessoa poderá fazer esse trâmite pela internet, já que essas informações são públicas”, observa
Além da transição das fichas de papel para a plataforma digital, também haverá integração entre as informações dos cartórios. “Já se fazem tantas operações pela internet, como compras, operações bancárias e reservas de hotéis, por exemplo, que a migração é natural, não seria diferente com os imóveis”, aponta.
De acordo com Kloster, a implantação do registro eletrônico está adiantada no Paraná. “Os registradores de imóveis no estado constituíram uma associação sem fins lucrativos que faz estudos de viabilidade de tecnologia da informação há 12 anos. Aguardamos a regulamentação dessa plataforma pela Justiça Estadual”, comenta. Ele afirma que o Paraná já tem a ferramenta pronta para ser aplicada.
Hoje o Brasil tem 3.454 cartórios de registro de imóveis. A estimativa é que mais de 60% estejam em condições de tornar os seus processos eletrônicos, de acordo com o Instituto de Registro Imobiliário do Brasil.
Fonte: Gazeta do Povo.

Vamos saber um pouco sobre o Corretor de Imóveis???


A lei de nº 6.530/78, regulamenta a profissão dos Corretores de imóveis, alterada pelo decreto de nº 81.871/78.
DESTAQUES:

Art 1º O exercício da profissão de Corretor de Imóveis, em todo o território nacional somente será permitido:
I - ao possuidor do título de Técnico em Transações Imobiliárias, inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis da jurisdição
Art 2º Compete ao Corretor de Imóveis exercer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, podendo, ainda, opinar quanto à comercialização imobiliária.
 
Art 3º As atribuições constantes do artigo anterior poderão, também, ser exercidas por pessoa jurídica, devidamente inscrita no Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Jurisdição.
Parágrafo único. O atendimento ao público interessado na compra, venda, permuta ou locação de imóvel, cuja transação esteja sendo patrocinada por pessoa jurídica, somente poderá ser feito por Corretor de Imóveis inscrito no Conselho Regional da jurisdição.
Art 5º Somente poderá anunciar publicamente o Corretor de Imóveis, pessoa física ou jurídica, que tiver contrato escrito de mediação ou autorização escrita para alienação do imóvel anunciado.
 
Art. 7º O Conselho Federal de Corretores de Imóveis tem por finalidade orientar, supervisionar e disciplinar o exercício da profissão de Corretor de Imóveis em todo o território nacional.
Art 9º O Conselho Federal será composto por 2 (dois) representantes, efetivos e suplentes, de cada Conselho Regional, eleitos dentre os seus membros.
Parágrafo único. O mandato dos membros a que se refere este artigo será de 3 (três) anos.
 
Art 34 O pagamento da anuidade ao Conselho Regional constitui condição para o exercício da profissão de Corretor de Imóveis e da pessoa jurídica.
Art 38 Constitui infração disciplinar da parte do Corretor de Imóveis:
I - transgredir normas de ética profissional;
II - prejudicar, por dolo ou culpa, os interesses que lhe forem confiados;
III - exercer a profissão quando impedido de fazê-lo ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício aos não inscritos ou impedidos;
 
IV - anunciar publicamente proposta de transação a que não esteja autorizado através de documento escrito;
V - fazer anúncio ou impresso relativo a atividade profissional sem mencionar o número de inscrição;
VII - violar o sigilo profissional;
VIII - negar aos interessados prestação de contas ou recibo de quantia ou documento que lhe tenham sido entregues a qualquer título;
 
X - praticar, no exercício da atividade profissional, ato que a lei defina como crime de contravenção;
XI - deixar de pagar contribuição ao Conselho Regional;
XII - promover ou facilitar a terceiros transações ilícitas ou que por qualquer forma prejudiquem interesses de terceiros;
Art 39 As sanções disciplinares consistem em:
I - advertência verbal;
II - censura;
III - multa;
IV - suspensão da inscrição, até 90 (noventa) dias;
V - cancelamento da inscrição, com apreensão da carteira profissional;
§ 5º As penas de advertência, censura e multa serão comunicadas pelo Conselho Regional em ofício reservado, não se fazendo constar dos assentamentos do profissional punido, senão em caso de reincidência.
 
Art 41 As denúncias somente serão recebidas quando assinadas, declinada a qualificação do denunciante e acompanhada da indicação dos elementos comprobatórios do alegado.
Art 42 A suspensão por falta de pagamento de anuidades, emolumentos ou multas só cessará com a satisfação da dívida, podendo ser cancelada a inscrição, de acordo com critérios a serem fixados pelo Conselho Federal.
Art 44 O Conselho Federal será última e definitiva instância nos assuntos relacionados com a profissão e seu exercício.



Diga não ao exercicio ilegal da profissão!!!

10 de fev. de 2014

CAIXA retifica editais dos níveis médio e superior.


A Caixa Econômica Federal, em publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, dia 10, retificou itens do edital do concurso para técnico bancário, de nível médio, cujas inscrições terminam nesta terça-feira, dia 11. No documento, o banco aumentou o limite de aprovados, dentro do cadastro de reserva, para técnico do pólo de Tecnologia da Informação, no Distrito Federal, em Brasília. Serão aceitos mais 44 aprovados, totalizando 360. A Caixa também alterou itens referentes aos deficientes e incluiu uma unidade de abrangência para a área já citada no Distrito Federal: a Cetad/DF.
Foram retificados também itens do edital do concurso para engenheiro. O banco acrescentou o Rio Grande do Norte como estado contemplado na disputa. Além disso, as mesmas alterações no edital para técnico bancário referentes aos deficientes também foram feitas no edital para o 3º grau. As inscrições para o concurso de nível superior também encerram nesta terça, 11.

ALGUMAS DAS 20 COISAS QUE FALAMOS ERRADO SEM PERCEBER!!!


01) Planos ou projetos para o futuro.
Você conhece alguém que faz planos para o passado?
Só se for o Michael Fox no filme “De volta para o Futuro”.

02) Criar novos empregos.
Alguém consegue criar algo velho?

03) Habitat natural.
Todo habitat é natural; consulte um dicionário.

04) Prefeitura Municipal.
No Brasil só existem prefeituras nos municípios.

05) Conviver junto.
É possível conviver separadamente?

06) Sua autobiografia.
Se é autobiografia, já é sua.

07) Sorriso nos lábios.
Já viu sorriso no umbigo?

08) Goteira no teto.
No chão é impossível!

09) Estrelas do céu.
Paramos à noite para contemplar o lindo brilho das estrelas do mar?

10) General do Exército.
Só existem generais no Exército.

11) Manter o mesmo time.
Pode-se manter outro time? Nem o Felipão consegue!

12) Labaredas de fogo.
De que mais as labaredas poderiam ser? De água?

13) Pequenos detalhes.
Se é detalhe, então já é pequeno. Existem grandes detalhes?

14) Erário público.
O dicionário ensina que erário é o tesouro público, por isso,erário só basta!

15) Despesas com gastos.
Despesas e gastos são sinônimos!

16) Encarar de frente.
Você conhece alguém que encara de costas ou de lado?

17) Monopólio exclusivo.
Ora, se é monopólio, já é total ou exclusivo…

18) Ganhar grátis.
Alguém ganha pagando?

19) Países do mundo.
E de onde mais podem ser os países?

20) Viúva do falecido.
Até prova em contrário, não pode haver viúva se não houver um falecido


Fonte: Mofaia.


fffffPlanos ou projetos para o futuro.
Você conhece alguém que faz planos para o passado?
Só se for o Michael Fox no filme “De volta para o Futuro”.
02) Criar novos empregos.
Alguém consegue criar algo velho?
03) Habitat natural.
Todo habitat é natural; consulte um dicionário.
04) Prefeitura Municipal.
No Brasil só existem prefeituras nos municípios.
05) Conviver junto.
É possível conviver separadamente?
06) Sua autobiografia.
Se é autobiografia, já é sua.
07) Sorriso nos lábios.
Já viu sorriso no umbigo?
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9 de fev. de 2014

Quais documentos devem ser exigidos na Venda de Imóvel??

Aos menos os colegas já saber que o Corretor ou Consultor, como prefiro me designar, deve ter  bons conhecimento para conduzier um processo de compra e venda. A documentação e procedimentos são a base de um bom profissional. Basta lembrar que os clientes esperam isso do Consultor, portanto, depositam toda confiança no mesmo.
Também sabe-se que o Consultor imobiliário, quando faz jus à comissão, deve iniciar e terminar o processo oferecendo aos clientes; comprador e vendedor; a tranqüilidade de um negócio sem surpresas.
Apesar de tudo, vamos descrever o que deve ser observado durante tal procedimento, atentando-se aos documentos que devem ser observados. Evidentemente, que não constitui tarefa fácil para os profissionais da área, imaginem como seria se cada cliente fosse buscar fazê-lo sozinho.
Em regra os documentos necessários para a venda do imóvel são os seguintes:

Do imóvel
– Título de propriedade registrado no Cartório do Registro de Imóveis competente (escritura pública, carta de arrematação, formal de partilha, etc);
- Certidão atualizada, expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis, expedida nos últimos 30 dias. Este documento talvez seja o mais importante, porquanto além de atestar a titularidade do imóvel, também irá esclarecer se o imóvel está gravado com algum ônus real. A presente certidão, ainda, traça todo o histórico do imóvel, indicando se possui “habite-se”. A sua obtenção não é gratuita e deverá solicitar e aguardar o prazo que ser-lhe-a informado.
 
- ITBI: Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. Deve ser pago pelo comprador ao município e apresentado na hora de dar entrada na escritura do imóvel. Custa 2% do valor do bem (podendo variar em alguns estados) e pode ser pago diretamente na Prefeitura. Corresponde a 2% do valor atribuído ao imóvel;
- Certidão de Situação Fiscal Imobiliária: Certidão que serve para levantar se o imóvel tem algum imposto pendente e que ainda não foi ajuizado. Juntamente com esta certidão devem ser apresentados os carnês originais de IPTU dos 02 (dois) últimos anos pagos, até a data da escritura;
- Certidão para se conhecer a situação enfiteutica, isto é, se o imóvel é foreiro, ou seja, se tem domínio útil de órgãos públicos ou privados, como a Marinha e a Igreja. Deve ser solicitada na prefeitura municipal;
- Planta baixa: Apresentar em casos de financiamento ou utilização do saldo do FGTS;
- Declaração de quitação condominial: Declaração do Síndico ou da Administradora, afirmando que o imóvel encontra-se em dia com o pagamento das cotas condominiais . Se a declaração for dada pelo síndico, deve vir acompanhada da Ata da Assembléia que o elegeu;

 Do vendedor
As certidões que se seguem devem ser retiradas em nome do vendedor e seu cônjuge, nos cartórios da cidade onde está situado o imóvel e na cidade onde o casal mora, caso sejam diferentes;
- Cópia da Carteira de identidade e do CPF do vendedor e seu cônjuge;

- Certidão de nascimento do vendedor se for solteiro; ou certidão de casamento; se for casado. Se casou depois da aquisição do imóvel, a certidão de casamento averbada no Registro de Imóveis; se desquitado ou divorciado, a antiga certidão de casamento com a respectiva averbação; se viúvo, a certidão de casamento com a averbação do óbito do cônjuge;
- Certidão negativa do Registro de Distribuição para saber se existe ação cível contra o vendedor ou contra o imóvel. Pedir com antecedência, pois leva alguns dias para ser expedida;
- Certidão de feitos expedida pela Justiça Federal, para saber se existe procedimento judicial federal contra o proprietário do imóvel;

- Certidão de feitos da Justiça do Trabalho;
- Certidão negativa do ofício de interdição e tutelas, visando indicar que o proprietário do imóvel negociado não perdeu seus direitos civis;

A Escritura
A escritura deverá ser lavrada em cartório, após a entrega de todos os documentos acima. Após lavrada a escritura, deverá ser providenciada a sua transcrição no Registro Geral de Imóveis.

6 de fev. de 2014

Prazo aberto para assistentes, com 1.026 vagas! R$3.423 para 2º grau


Já estão abertas as inscrições do concurso do Ministério da Fazenda destinado ao preenchimento de 1.026 vagas de assistente técnico-administrativo - sendo 66 delas para deficientes. As oportunidades estão distribuídas por municípios de 25 estados brasileiros - apenas São Paulo e o Distrito Federal não foram contemplados. O cargo exige nível médio completo, e conta com vencimentos iniciais de R$3.423,82, com os R$373 referentes ao auxílio-alimentação incluídos nos valores finais. A carga de trabalho é de 40h semanais. As inscrições são recebidas desde as 10h desta segunda, dia 3 de fevereiro, com atendimento aos interessados até o dia 16 do mesmo mês, no site da Esaf, organizadora, mediante cobrança de taxa de R$62. A Esaf também abriu postos com computadores para que não tem acesso à internet. 
 
A Fazenda deseja homologar o resultado final até 5 de julho - 90 dias antes das eleições majoritárias, de modo que a convocação dos aprovados ocorra ainda em 2014. O presente concurso compreenderá a aplicação de provas objetivas sobre Conhecimentos Básicos e Específicos, marcadas para 27 de abril, sobre as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, Conhecimentos de Informática, Atualidades, Gestão de Pessoas e de Atendimento ao Público, Ética do Servidor na Administração Pública, Administração Pública Brasileira e Regime Jurídico dos Agentes Públicos. A seleção terá validade inicial de um ano, podendo ser prorrogada uma vez, pelo mesmo período. Segundo o item 14.5 do edital, durante a validade poderão ocorrer convocações extras, isto é, além das 1.026 vagas inicialmente abertas.

Valor Venal! O que é isto afinal?

Pesquisando na Wikipedia descobrimos que o valor venal é uma estimativa que o Poder Público realiza sobre o preço de determinados bens. Ele tem a finalidade de servir como base de cálculo de certos impostos e, em alguns casos, de emolumentos judicias/administrativos. Para sua quantificação são utilizados critérios objetivos estabelecidos em lei que variam segundo o tempo e o lugar em que o bem se encontra, e segundo o seu gênero e espécie"

Tal valor é fixado contabilizando o gasto com a construção do imóvel e o valor estimado do terreno. É um valor aplicado pelas prefeituras, sendo esse valor o responsável pela aplicação do imposto. Nesse valor é desconsiderado a valorização ou desvalorização do imóvel no mercado. Por não levar em consideração  a valorização,  normalmente o "valor venal" é muito abaixo do mercado imobiliário, portanto, é diferente do valor, ou melhor, preço de mercado.

O valor venal é calculado levando em conta o preço que a unidade imobiliária alcançaria em uma operação de compra e venda simples, considerando a função da área da edificação, as características do imóvel (idade, posição, tipologia), sua utilização (residencial ou não) e seu respectivo valor unitário padrão (valor do metro quadrado dos imóveis no logradouro).